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terça-feira, 29 de novembro de 2016

Dicas para evitar a queda de idosos


Todos os anos, pelo menos 30% dos idosos sofrem com complicações das quedas. Algumas situações comuns nessa idade, como as doenças articulares, déficit visual, alterações do equilíbrio e o uso de múltiplos medicamentos, aumentam esse risco. Por isso, o cuidado com essas pessoas deve ser redobrado. Em 5% dos casos, as quedas levam a consequências graves como fraturas, embolias e, em casos extremos, à morte. Portanto, se você observar uma queda em pessoas com mais de 60 anos, faça o seguinte:
  • Observe se há presença de sonolência ou confusão mental. Faça perguntas diversas e que exijam algum raciocínio. Pode ser o conhecido 2+2.
  • Verifique com delicadeza se a pessoa consegue se movimentar e se há intensidade de dor no local da pancada.
  • Caso as verificações acima sejam confirmadas, leve o paciente imediatamente ao hospital mais próximo.
  • Em caso de escoriações, limpe o ferimento com água corrente e sabonete, impedindo infecção na lesão.
  • Em caso de sangramento, faça a compressão no local e aplique um curativo simples e leve, apenas para proteção.
  • Se houver cortes, leve o paciente imediatamente ao hospital. A pele dos idosos é muito fina e pode ser necessária uma avaliação mais completa da situação.  
Embora a pessoa possa cair em qualquer lugar, a maioria das quedas acontece em casa e, geralmente, ocorre quando a pessoa está executando atividades normais do cotidiano. Algumas dicas podem ajudar a pessoa a se prevenir:
  • Uso de calçados com sola antiderrapante e firme.
  • Evitar chinelos sem elástico na parte traseira.
  • Controle de doenças como diabetes e hipertensão.
  • Colocar corrimão nas escadas e faixas antiderrapantes nos degraus de toda a casa.
  • Evitar prateleiras muito altas ou muito baixas.
  • Uso de bengalas ou andadores, quando indicado.
  • Praticar atividade física para fortalecer a musculatura.
  • Diagnosticar e tratar a osteoporose.
  • Evitar a automedicação.
  • Avaliação oftalmológica periódica.
  • Instale barras de apoio ao lado do vaso sanitário e do chuveiro.
  • Consultas periódicas ao seu médico.

terça-feira, 22 de novembro de 2016

A importância da atividade física para idosos



A prática da atividade física pode controlar e até mesmo evitar alguns sintomas de doenças, dentre os benefícios dos exercícios, pode-se destacar menor probabilidade de disfunções cardiovasculares, como aumento do consumo máximo de oxigênio, redução da pressão arterial e freqüência cardíaca em repouso, diabetes, osteoporose, depressão e ansiedade. A prática de exercício físico, além de combater o sedentarismo, contribui de maneira significativa para a manutenção da aptidão física do idoso. A atividade vai influenciar na autonomia do idoso, ele vai começar a realizar atividades que a muito não realizava, podendo se tornar uma pessoa independente.

Um programa de exercícios físicos bem direcionado e eficiente para esta idade deve ter como meta a melhora da capacidade física do indivíduo, diminuindo a deterioração das variáveis de aptidão física como resistência cardiovascular, força, flexibilidade e equilíbrio, o aumento do contato social e a redução de problemas psicológicos como a ansiedade e a depressão.

Desta forma torna-se possível percebermos que a atividade física regular e a adoção de um estilo de vida ativa são necessárias para a promoção da saúde e qualidade de vida durante o processo de envelhecimento. Pessoas mais idosas que pôr algum motivo, não tiveram a chance ou motivação para praticarem algum esporte durante seu período de juventude, poderiam desfrutar dos benefícios da atividade física após esta fase da vida sendo o trabalho de fortalecimento muscular importante não só para a diminuição do declínio de déficit motor quanto para a melhora da auto-estima desse idoso, causada pela independência funcional que a atividade física lhe trará.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

6 passos para se tornar um idoso saudável


Genética, alimentação saudável e atividade física são fatores que estão na linha de frente para conquistar uma vida mais longeva. Além disso, pesquisadores, cada vez mais, apostam na fórmula de levar a vida mais leve e saber se relacionar como um trunfo para a uma boa velhice. O clichê “vive mais quem vive bem” está mais que em alta.  

Para fazer valer o clichê, dizem os médicos, os cuidados têm de começar cedo, muito antes da chamada terceira idade O consolo é que, mesmo tarde, ainda vale a pena. As indicações para ter uma vida saudável e combater doenças valem para os 30, 40, 50, 60 e até para quem tem 100 anos.  

1. Genética

Ainda não se sabe exatamente o peso da genética na longevidade. Mas ela conta. Por isso, é bom saber como e com quantos anos morreram avós, bisavós e tataravós. A genética explica porque algumas pessoas consomem gordura e outros alimentos pouco saudáveis e continuam cheias de saúde por muitos anos. Quem tem avós e pais longevos deve ter ainda mais empenho em se cuidar. 
2. Atividade Física
Este é o fator de envelhecimento saudável número um, já que para a genética é preciso contar com a sorte. O ideal é fazer atividades aeróbicas - como caminhada - e também as que fortaleçam a musculatura que além de fazer bem para a saúde, ajuda a manter a força muscular, o que evita quedas
A frequência e a intensidade de atividade física variam de idade para idade. Antes dos 60 anos, a indicação é que a pessoa saudável não seja sedentária, que caminhe pelo menos 40 minutos por dia e faça semanalmente atividades que fortaleçam os músculos. Depois disso, vale a máxima 'faça o quanto é bom para você'. Mas nada de preguiça, hein? Velhinhos de 90 ou 100 anos devem percorrer algumas vezes um corredor, por exemplo, ou fazer uma série de três levantadas seguidas da cadeira. Já está mais que bom.
3. Atividade Mental 
Nesta dica, vale cuidar dos netos, ser voluntário depois de se aposentar e principalmente criar ou produzir algo novo. Se levarmos em conta que a expectativa de vida do brasileiro é atualmente de quase 80 anos, ainda há muita história pela frente quando se chega aos 60. Não é o caso de se manter inativo, sem nada para criar ou produzir.
Para evitar o envelhecimento acompanhado de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e mal de Parkinson, especialistas indicam exercícios mentais, como leitura, jogos de palavra cruzada, música.
4. Dieta Saudável
Médicos afirmam que uma dieta pobre em gorduras prolonga a vida. A mais indicada é a dieta mediterrânea. Ao valorizar o consumo de peixe, frutas, verduras, legumes e cereais, e limitar o de carnes vermelhas e laticínios, a dieta evita os quilos extras que vêm com o envelhecimento e reduz os riscos de doenças cardiovasculares.
Moderação e equilibiro também são essenciais para ser saudável, dessa forma, evita-se a anemia e também a obesidade, que podem acarretar em problemas graves. 
5. Vida emocional estável
Estudos mostram que ter uma boa vida em família tem relação com a longevidade. Ter um casamento estável, baseado em uma relação de muito amor e confiança é uma característica comum entre as pessoas longevas. Isto porque, a maneira como lidamos com as emoções também conta para a longevidade.
6. Controle rigoroso de doenças degenerativas 
Os problemas cardiovasculares e o câncer são as doenças que mais matam no mundo. Além de cuidados com a alimentação e a prática de atividades física, hábitos como o álcool e o fumo também são fatores de risco. Alguns estudos até atribuem a maior longevidade das mulheres em relação aos homens por causa do menor consumo de álcool e cigarro. 

quarta-feira, 17 de junho de 2015

Qualidade de vida dos idosos depende da própria autoavaliação

Ao contrário do que muitos pensam, cuidar bem de um idoso não é regular sua vida, mas sim acompanhá-lo e entender suas necessidades.

Saiba como a autoavaliação é importante na qualidade de vida da terceira idade:

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http://www.geriatriareviver.com.br/saibamais/saude/qualidade-de-vida-dos-idosos-depende-da-propria-autoavaliacao