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quinta-feira, 27 de abril de 2017

7 destinos para conhecer depois de se aposentar

Entre os sonhos de quem se aposenta, está a possibilidade de viajar para os quatro cantos do mundo, explorar novas paisagens, conhecer novas culturas e acumular experiências gastronômicas memoráveis.
E já que o ano está apenas começando, listamos uma série de destinos interessantes que você pode conhecer. Neste momento, a renda que você recebe do plano de previdência privada fará toda a diferença para que você possa custear a viagem e curtir o período com tranquilidade. 
Além das indicações, incluímos uma estimativa de custo médio de uma viagem de 8 dias em cada destino – considerando passagem aérea saindo de São Paulo, hospedagem, alimentação e atrações turísticas em um pacote econômico. Os valores foram levantados com base na calculadora do site Quanto Custa Viajar*.
1. Brasil – Bonito
Localizado no Mato Grosso do Sul, Bonito é uma referência mundial em ecoturismo por suas belas paisagens, grutas, cavernas e rios de águas cristalinas. Perfeito para os apaixonados por mergulho.
Preço médio: R$ 4.137
2. Uruguai – Punta Del Este
Ideal para quem gosta de um roteiro badalado, principalmente no verão – período com maior movimento. O roteiro também é interessante para viagens em família e para quem gosta de bons restaurantes. Aqueles que preferem viajar fora de temporada para aproveitar a tranquilidade devem se atentar para um detalhe: boa parte dos restaurantes e hoteis ficam fechados.
Preço médio: R$ 2.295
3. México – Acapulco
O nome da cidade logo desperta uma memória afetiva: quem não se lembra do episódio das férias de Chaves em Acapulco? A cidade icônica do México é conhecida como a “pérola do Oceano Pacífico”, em função de suas praias imponentes. Um ótimo diferencial é o leque de opções para públicos variados. É bom roteiro para jovens em busca de badalações, famílias e idosos que buscam uma viagem tranquila.
Preço médio: R$ 4.767
4. África do Sul – Joanesburgo
Destino cosmopolita e cheio de vida, tem atraído cada vez mais turistas. Roteiro certo para quem está em busca de extravagâncias: compras em centros de lojas cheios de luxo, riqueza em alta gastronomia e hotéis cinco estrelas. Entre as opções de passeio e entretenimento estão museus, casas noturnas e cassinos.
Preço médio: R$ 3.929
5. Israel – Tel Aviv
Considerada a capital cultural e comercial de Israel, Tel Aviv é uma cidade moderna. Com uma população bem jovem, o ambiente é de respeito à diversidade e a cidade conta com uma forte comunidade LGBT. Excelente para quem deseja curtir bons hotéis, compras, museus e praias exuberantes.
Preço médio: R$ 6.209
6. Alemanha – Berlim
Boa parte dos acontecimentos que marcaram a história mundial aconteceu em Berlim. Sendo assim, o viajante pode se preparar para um roteiro rico em informações, memórias e monumentos históricos. Tem a vantagem de ser um destino bem movimentado em qualquer época do ano.
Preço médio: R$ 4.926
7. Nova Zelândia – Auckland
O destino mais popular da Oceania é a Austrália, mas muita gente não sabe que há muito que ser explorado na Nova Zelândia. É o caso de Auckland, destino com paisagens de tirar o fôlego. O Monte Eden, considerado sagrado pelo povo maori, é uma das principais atrações. O clima do local é famoso por alterações bruscas, então é preciso ir preparado para calor intenso ou frio rigoroso a qualquer momento.
Preço médio: R$ 8.969
*Os valores estão sujeitos a alterações.

segunda-feira, 14 de novembro de 2016

6 passos para se tornar um idoso saudável


Genética, alimentação saudável e atividade física são fatores que estão na linha de frente para conquistar uma vida mais longeva. Além disso, pesquisadores, cada vez mais, apostam na fórmula de levar a vida mais leve e saber se relacionar como um trunfo para a uma boa velhice. O clichê “vive mais quem vive bem” está mais que em alta.  

Para fazer valer o clichê, dizem os médicos, os cuidados têm de começar cedo, muito antes da chamada terceira idade O consolo é que, mesmo tarde, ainda vale a pena. As indicações para ter uma vida saudável e combater doenças valem para os 30, 40, 50, 60 e até para quem tem 100 anos.  

1. Genética

Ainda não se sabe exatamente o peso da genética na longevidade. Mas ela conta. Por isso, é bom saber como e com quantos anos morreram avós, bisavós e tataravós. A genética explica porque algumas pessoas consomem gordura e outros alimentos pouco saudáveis e continuam cheias de saúde por muitos anos. Quem tem avós e pais longevos deve ter ainda mais empenho em se cuidar. 
2. Atividade Física
Este é o fator de envelhecimento saudável número um, já que para a genética é preciso contar com a sorte. O ideal é fazer atividades aeróbicas - como caminhada - e também as que fortaleçam a musculatura que além de fazer bem para a saúde, ajuda a manter a força muscular, o que evita quedas
A frequência e a intensidade de atividade física variam de idade para idade. Antes dos 60 anos, a indicação é que a pessoa saudável não seja sedentária, que caminhe pelo menos 40 minutos por dia e faça semanalmente atividades que fortaleçam os músculos. Depois disso, vale a máxima 'faça o quanto é bom para você'. Mas nada de preguiça, hein? Velhinhos de 90 ou 100 anos devem percorrer algumas vezes um corredor, por exemplo, ou fazer uma série de três levantadas seguidas da cadeira. Já está mais que bom.
3. Atividade Mental 
Nesta dica, vale cuidar dos netos, ser voluntário depois de se aposentar e principalmente criar ou produzir algo novo. Se levarmos em conta que a expectativa de vida do brasileiro é atualmente de quase 80 anos, ainda há muita história pela frente quando se chega aos 60. Não é o caso de se manter inativo, sem nada para criar ou produzir.
Para evitar o envelhecimento acompanhado de doenças neurodegenerativas, como Alzheimer e mal de Parkinson, especialistas indicam exercícios mentais, como leitura, jogos de palavra cruzada, música.
4. Dieta Saudável
Médicos afirmam que uma dieta pobre em gorduras prolonga a vida. A mais indicada é a dieta mediterrânea. Ao valorizar o consumo de peixe, frutas, verduras, legumes e cereais, e limitar o de carnes vermelhas e laticínios, a dieta evita os quilos extras que vêm com o envelhecimento e reduz os riscos de doenças cardiovasculares.
Moderação e equilibiro também são essenciais para ser saudável, dessa forma, evita-se a anemia e também a obesidade, que podem acarretar em problemas graves. 
5. Vida emocional estável
Estudos mostram que ter uma boa vida em família tem relação com a longevidade. Ter um casamento estável, baseado em uma relação de muito amor e confiança é uma característica comum entre as pessoas longevas. Isto porque, a maneira como lidamos com as emoções também conta para a longevidade.
6. Controle rigoroso de doenças degenerativas 
Os problemas cardiovasculares e o câncer são as doenças que mais matam no mundo. Além de cuidados com a alimentação e a prática de atividades física, hábitos como o álcool e o fumo também são fatores de risco. Alguns estudos até atribuem a maior longevidade das mulheres em relação aos homens por causa do menor consumo de álcool e cigarro. 

terça-feira, 16 de fevereiro de 2016

Terapia Ocupacional em Ribeirão Preto


A terapia ocupacional pode trazer diversos benefícios para quem está na terceira idade. Confira como a qualidade de vida pode aumentar com a terapia.

http://www.geriatriareviver.com.br/saiba-mais/terapia-ocupacional/terapia-ocupacional-para-idosos-aumenta-qualidade-de-vida

sexta-feira, 12 de junho de 2015

Cuidados no dia a dia e na convivência com idosos

A convivência com os idosos é algo muito gratificante. São muitas histórias, ensinamentos, muito amor. Mas ela também requer cuidados especiais, devido à idade.

Confira com a gente o que fazer para que o dia a dia do idoso seja o mais tranquilo e proveitoso o possível!

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http://www.geriatriareviver.com.br/saibamais/institucional/cuidados-no-dia-a-dia-e-na-convivencia-com-idosos